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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Informativonossonews: Instituto Cidadania -Nota oficial sobre reportagem...

Informativonossonews: Instituto Cidadania -Nota oficial sobre reportagem...: Notas à imprensa Nota oficial sobre reportagem da revista Veja Sobre a reportagem da revista Veja publicada nes...

Raymundo José - Sinal Verde pra Você: Calem a boca nordestinos!

Raymundo José - Sinal Verde pra Você: Calem a boca nordestinos!: Os nordestinos devem ficar quietos! Cale a boca, povo do Nordeste! Que coisas boas vocês têm pra oferecer ao resto do país? Ou vocês pensam ...

Com Texto Livre: Apontamentos sobre o caso Gilmar Mendes

 Gilmar Mendes não tem poder para adiar o julgamento do mensalão. Os únicos ministros do STF que podem alterar a data do julgamento sã...

Com Texto Livre: Celso de Melo, a leviandade de um decano

Já que Jobim "desmentiu" o tal episódio "lamentavelmente" criado por esta revistinha aloprada, seria de bom tom, que o Senhor Ministro nem levasse a cabo tal entrevista ou se publicasse um "respeitoso" pedido de desculpas para com seu ex colega e para com o ex presidente.

Com Texto Livre: Celso de Melo, a leviandade de um decano: É inacreditável no que está se transformando o Supremo Tribunal Federal (STF). De um decano da casa, de quem se esperaria um comportam...

sexta-feira, 25 de maio de 2012

domingo, 20 de maio de 2012

sexta-feira, 18 de maio de 2012

BOBAGEM NO TWITTER DÁ NISSO - Estudante diz que Serra despertou seus piores instintos, quando ofendeu nordestinos

A estudante universitária Mayara Petruso foi condenada a 1 ano, 5 meses e 15 dias de reclusão por mensagem preconceituosa e de incitação à violência contra nordestinos em sua página no Twitter. A pena foi convertida em prestação de serviço comunitário ainda a ser definido, e pagamento de multa mais indenização no valor de R$ 500,00.

A acusada confessou ter publicado a mensagem “Nordestisto [sic] não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado”. Ela alegou ter sido motivada pela derrota de seu candidato José Serra (PSDB) nas eleições de 2010, com a expressiva votação dos nordestinos em Dilma Rousseff.

Em sua defesa, Mayara disse que não tinha a intenção de ofender, que não é preconceituosa e não esperava que a postagem tivesse tanta repercussão. Confessou estar envergonhada e arrependida pelo que fez. À época, a estudante cursava o primeiro ano de Direito, residia na capital paulista com duas amigas e estagiava em escritório de advocacia de renome. Após a repercussão do fato, perdeu o emprego, abandonou a faculdade e mudou-se de cidade com medo de represálias.

A juíza Mônica Camargo, que julgou o caso, rejeitou a alegação de Mayara de que sua expressão foi uma posição política.


— As frases da acusada vão além do que seria politicamente incorreto, recordando-se que o ‘politicamente correto’ geralmente é mencionado no que toca ao humor, hipótese de que não se cuida nesta ação penal. 

Em tempo: Dilma teria vencido a eleição, mesmo sem os votos do Nordeste, pois ela venceu em grandes colégios eleitorais como Rio e Minas. Venceu no DF. No Rio Grande do Sul houve praticamente empate. E nos demais estados onde Serra ganhou, a diferença foi pequena. Mesmo em São Paulo, Dilma teve 10,5 milhões de votos, enquanto Serra teve 12,3 milhões. Uma diferença pequena em pleno reduto eleitoral de Serra. (Com informações do R7)
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segunda-feira, 14 de maio de 2012

domingo, 13 de maio de 2012

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Tatuí e Região -Contratos de merenda são alvos de investigação do MP

 

Contratos de merenda são alvos de investigação do MP

Leandro Nogueira
O Ministério Público (MP) investiga contratos de fornecimento de merenda firmados com a Prefeitura de Sorocaba e de mais 25 cidades da região. O trabalho é feito pelos promotores de Justiça do núcleo local do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Especificamente no caso de Sorocaba também serão averiguados os fatos que levaram à condenação do prefeito Vitor Lippi (PSDB) pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), que apontou irregularidades em contratos firmados com duas empresas terceirizadas de refeições: a Geraldo J.Coan & Cia. Ltda e a ERJ Administração e Restaurantes de Empresas Ltda. A J. Coan é uma das acusadas pelo MP estadual de formar cartel com o objetivo de fraudar concorrências públicas em diversos municípios brasileiros.
Além dos contratos relativos a Sorocaba, já chegaram à sede do Gaeco aqueles firmados pelas prefeituras de Iperó, São Roque e Angatuba. As investigações pelo núcleo local do Gaeco começaram com a notificação dos 26 municípios sob sua jurisprundência para que informem se contrataram empresas terceirizadas para o fornecimento de merendas a partir de 2001 e quais são elas. Conforme o teor das respostas o Gaeco solicita cópias dos contratos para a análise. Segundo o promotor Wellington dos Santos Veloso, no momento não há previsão para a conclusão dos trabalhos e ainda é não é possível afirmar se houve irregularidades.
    Os outros municípios da jurisdição do Gaeco em Sorocaba e que também foram notificados são: Apiaí, Boituva, Buri, Cabreúva, Capão Bonito, Ibiúna, Itapetininga, Itaberá, Itapeva, Itaporanga, Itararé, Itu, Mairinque, Piedade, Pilar do Sul, Porto Feliz, Salto, Salto de Pirapora, São Miguel Arcanjo, Tatuí, Tietê e Votorantim.

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Publicado em Angatuba Notícias

segunda-feira, 7 de maio de 2012

sábado, 5 de maio de 2012

Imagine-se um gestor público entregue ao superfaturamento, à licitação direcionada e ao pagamento de serviços mal feitos.

A crise moral da notícia

 



Imagine-se um gestor público entregue ao superfaturamento, à licitação direcionada e ao pagamento de serviços mal feitos. 




 Este é o tipo de prevaricação que, normalmente, o cidadão comum entende como “roubar do Estado”. Em torno disso costuma girar o foco denunciativo da imprensa, ampliado por um tráfico de influências ao qual não escapam autoridades dos três poderes constituídos da República. É tal a proliferação dos escândalos e a amplitude do apodrecimento moral que se torna cada vez mais difícil para o leitor não especializado o acompanhamento racional dos casos, assim como o discernimento do que está em jogo nas denúncias.
A questão do discernimento é propriamente ética e, em última análise, um dos fundamentos da imprensa moderna. Em meio à crise do momento, ela aparece com mais clareza quando se toma conhecimento de que um órgão de imprensa (no caso, a revista Veja) foi manipulado no passado recente pelo bicheiro situado no centro da atual CPI, com o objetivo de detonar denúncias capazes de afetar grupos rivais (casos da propina dos Correios, da Operação Satiagraha etc.).
Diante de parcerias dessa natureza, a que se agregam declarada ou sub-repticiamente partidos políticos e autoridades constituídas, perdem-se as balizas éticas que deveriam nortear os comportamentos e as atitudes morais dos agentes sociais.

Mercado no comando

Na realidade, o fenômeno da perda dessas “balizas” tem origem na própria normalidade política do atual regime republicano, contaminada por uma espécie de “herança maldita” do regime militar, que é o excesso de centralização administrativa por parte da União. Os escândalos decorrem da impossibilidade de se abafar a podridão moral inerente às escaramuças em torno da tomada de decisões políticas e da apropriação privada de recursos públicos.
Tudo isso se agrava com a impunidade sistemática, alimentada pelo corporativismo parlamentar e pelo oportunismo judiciário. E com esse quadro institucional, um pano de fundo de carência ético-política, as “profecias autorrealizadoras” da mídia podem se tornar fatos sociais.
O que significa uma “profecia” dessas? Em termos concisos, é a dimensão reflexiva – no sentido de praticar e receber a ação ao mesmo tempo – dos textos informativos. O discurso midiático não é meramente informativo, mas também autoconfirmativo, o que leva à hipótese de uma circularidade: a representação dos fatos, por mais veraz que seja, põe em jogo crenças ou pressupostos tendentes a validar essa mesma veracidade.
Não é nenhuma novidade a hipótese de que a atividade de produzir enunciados informativos na esfera pública (o jornalismo) modifica o objeto da informação, ou seja, o fato. O discurso da informação é, em consequência, operativo e performativo, ocasionando uma circularidade: a enunciação fazo que o enunciado diz. Neste caso, verifica-se a profecia autorrealizadora, ou seja, uma suposição ou predição que, só pela única razão de ter sido feita, converte em realidade o fato suposto, esperado ou profetizado e, desta maneira, confirma a sua própria “objetividade”.
Em nosso jornalismo cotidiano, escrito e televisivo, esse mecanismo atua na própria definição do que seja uma questão pública ou na implementação de uma opinião dominante. Claro, há sempre meios de se fazer confrontarem os enunciados jornalísticos com a sucessão histórica dos fatos sociais, mas isso depende de um espaço público capaz de favorecer o contraditório por meio de debates ou da disseminação de opiniões conflitantes.
Quando é o caso, aparece na própria imprensa – na fissura das contradições entre a factualidade do noticiário cotidiano e a opinião de editorialistas e colunistas – a verdadeira razão, ou pelo menos a razão consensual de um fato. Mas isso acontece com o jornalismo investido de responsabilidade publicística e não apenas mercadológica, o que se torna cada vez mais raro com o controle da informação pelo mercado e sua quase coincidência com o tecido orgânico da própria sociedade, por efeito da internet.

Denuncismo cego

Ora, na medida em que a imprensa agiganta o seu poder como ator social, tornando-se “mídia” (uma forma de vida articulada com mercado e tecnologias da informação) num contexto de esvaziamento do liberalismo clássico, vai-se ampliando tecnologicamente o espaço público tradicional, mas se tornando caducas as exigências comunitárias quanto ao exercício de uma ética civil. A comunidadeé sustentada pelo pressuposto de um compromisso “moral”, entendido como aspiração original e civilizada.
Hoje se informa quase como se respira, o que elimina da função informacional a pausa reflexiva que leva ao discernimento ético. Este discernimento é imprescindível à estabilidade do corpo social. Pressupondo sempre uma “sociedade de seres morais”, a ética toma como sua questão própria o relacionamento entre consciência moral e sociedade. Ela é, portanto, sempre algo concreto, posto em relação com a comunidade, entendida como o locus da reciprocidade entre os atores da vida social.
A proposta histórica do jornalismo é afinar-se eticamente (logo, com virtudes públicas) com a causa da verdade ou com ideais coletivos, tais como a visibilidade das decisões de Estado, o estabelecimento da verdade sobre questões essenciais para a coletividade, a informação isenta sobre a vida cotidiana, a livre manifestação de pensamento etc. É isto precisamente o que Immanuel Kant (1724-1804) chamava de “publicidade” e que conviria hoje melhor designarmos como “publicismo”: a possibilidade de discernimento ético-político sobre a história presente.
Mas é precisamente isso o que deixa de existir quando a imprensa, tornada parceira do fato social, chafurda no lodaçal que está sempre à margem do terreno mais sólido desse mesmo fato. O índice mais evidente desse descaminho é o denuncismo cego, que não visa à saúde da coisa pública, mas ao aniquilamento dos interesses rivais. O exagero da “profecia autorrealizadora” é a autodesmoralização da imprensa livre. E o mais grave: é a obnubilação da consciência moral do público leitor.
Muniz Sodré, jornalista, escritor e professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro
publicado no 

quinta-feira, 3 de maio de 2012

quarta-feira, 2 de maio de 2012

O TERROR DO NORDESTE: Que Justiça é esta?

 VERGONHA . . .
O TERROR DO NORDESTE: Que Justiça é esta?: O desembargador Paulo Rossi, do  Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que proibiu a Marcha da Liberdade , que suspendeu andamen...

terça-feira, 1 de maio de 2012

HOJE É DIA DE QUE ?

Leia mais: Hoje é dia de que? • A arte da vida. Apon HP http://www.aponarte.com.br/p/hoje-e-dia-de-que-e-amanha_09.html#ixzz1wksZSqx1 Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

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