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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

INN - A ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA QUE APOIOU AÉCIO Antonio Lassance ( Via FB)

Marcelo Fernandes
Marcelo Fernandes 4 de dezembro de 2014 08:17
ANTONIO LASSANCE
4 DE DEZEMBRO DE 2014 ÀS 06:40
Quando os nomes ligados a Aécio nas eleições de 2014 e que constam da delação premiada forem qualificados como parte do esquema, Aécio terá uma organização criminosa para chamar de sua !


O Senador Aécio Neves terá que engolir sua afirmação de que foi derrotado por uma organização criminosa.

Grande parte dos políticos corruptos que receberam propina do esquema que saqueou a Petrobrás, citados por um dos delatores, apoiou sua campanha, desde o primeiro turno.

Ainda conforme os próprios delatores, o envolvimento de cada um deles com essa organização criminosa data do governo do presidente Fernando Henrique.

Já basta desse lenga-lenga de Paulo Roberto Costa, Nestor Cerveró e Roberto Duque.

Os brasileiros querem saber os nomes dos políticos que receberam dinheiro de propina do esquema que assaltou a Petrobrás.

O que se espera agora é que as informações já vazadas sejam confirmadas no inquérito da Polícia Federal, se os delegados fizerem o trabalho de delegados e não de cabos eleitorais de distintivo.

O que se quer é que todos sejam imediatamente julgados pelo STF ou fujam logo de seus mandatos para serem processados em primeira instância, como fizeram os acusados Eduardo Azeredo e Clésio Andrade, mensaleiros amigos de Aécio Neves.

Quando os nomes ligados a Aécio nas eleições de 2014 e que constam da delação premiada forem qualificados como parte do esquema, Aécio terá uma organização criminosa para chamar de sua.

No PP, o senador Francisco Dornelles (PP-RJ), ao que consta, um dos citados na delação, organizou o apoio de todo o Diretório do Partido Progressista do Rio de Janeiro ao presidenciável tucano.

Outro citado, João Pizzolatti, presidente do PP de Santa Catarina, articulou o apoio desse diretório a Aécio e ao chapão em aliança com o PSDB no estado, incluindo o apoio à candidatura do tucano Paulo Bauer, a governador, e de Paulo Bornhausen ao Senado, pelo PSB - também apoiador de Aécio.

Mesmo no PMDB, muitos dos nomes citados estiveram oficialmente associados à oposição, como o atual presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), o senador Romero Jucá, de Roraima, e o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A recomendação ética de Aécio aos membros prediletos dessa que acusa de ser uma organização criminosa foi: "suguem mais um pouquinho e depois venham para o nosso lado".

A consequência da baixaria do senador e presidente do PSDB é que ele próprio, ao nivelar por baixo o debate político, ao invés de agir como líder da oposição, incorporou o discurso e vestiu a camisa de chefe de um bando desqualificado de extrema direita que pretende levar a disputa política para as vias de fato.

A partir de agora, Aécio torna-se responsável direto por qualquer ato que fuja do controle do processo democrático e revele a face não apenas golpista e autoritária, mas violenta desse bando.

O que se viu nas galerias do Congresso (terça, dia 2) é apenas o começo de algo que, na República, sempre teve um fim triste e personagens obtusos.

Aécio acaba de entrar para a essa galeria de personagens obtusos.

(originalmente publicado na Carta Maior)

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

INN - Detido com dinheiro em Brasília coordenava publicidade no governo Fernando Henrique Cardoso

 (YL)

8 de outubro de 2014

A partir de janeiro de 1997, Moreira foi coordenador na Secretaria de Comunicação da Presidência da República na área de publicidade e propaganda

Sou jornalista por paixão.  Acredito no que faço.
Não acredito nesse discurso do jornalismo que enfatiza imparcialidade, objetividade ou neutralidade. Mas acredito em honestidade intelectual na atividade profissional.
Tornei-me professor de jornalismo me fiando nessa crença.
Por isso uma das coisas que mais doem em mim, como jornalista e professor, é quando vejo a imprensa fingir que é imparcial ou objetiva, vender esse discurso e, no entanto, se comportar parcialmente em suas pautas, ênfases e enquadramentos.
Já vi isso acontecer mais de uma vez, especialmente nos processos eleitorais.
Nos últimos dias, também.  Hoje.

Era o sábado, 27 de setembro, quando Mário Welber foi detido em São Paulo com R$ 102 mil e 16 cheques em branco.  Welber assessora o deputado tucano eleito Bruno Covas, neto de Mário Covas.
Acontece que a notícia só foi divulgada na quinta-feira (02) pelo Estadão e na sexta-feira (03) pela Folha de São Paulo.  E eu duvido que você tenha visto alguma informação sobre isso na tevê.
Faça uma busca no Google buscando os termos Bruno Covas + R$102 mil.  Aparecem umas poucas referências de órgãos da mídia tradicional na primeira página de resultados (Folha, Terra, Exame).
Agora experimente uma nova busca.  Jogue no Google o nome Marcier Trombiere Moreira: os resultados são praticamente todos da grande imprensa na primeira página.
Quem é esse?
Ele foi um dentre três que foram detidos ontem no Aeroporto de Brasília com R$ 116 mil.  A diferença é que ele era ex-assessor do ministério das Cidades.  Ministério das Cidades comandado pelo PP. Segundo consta, o avião em que vinha Moreira saiu de Minas Gerais.  E, segundo publicou O Estadão, um outro passageiro seria assessor de um senador.
O assessor do Senador sumiu do noticiário. Ainda que, pasme, Moreira trouxesse no bolso R$ 4 mil.  Os demais eram responsáveis pelos outros R$ 112 mil. Quem são? Benedito Rodrigues de Oliveira e Pedro Medeiros.  Benedito é conhecido da época dos aloprados. Mas, e o Pedro?  Quem é?  De que estado é?  Qual sua idade?  Assessora que senador?
Outra coisa que as avançadas redações jornalísticas da grande mídia não perguntaram e, por isso, não responderam: se Moreira era assessor do Ministério das Cidades, comandado pelo PP, por que foi a Minas supostamente trabalhar na campanha de Fernando Pimentel (PT), mesmo o PP estando no palanque tucano de Pimenta da Veiga?  E quem é o senador?
Mas também faltou um pouco mais de aprofundamento à imprensa. Se é certo que Marcier Moreira atuava junto à comunicação do Ministério das Cidades até este ano, não é certo que ele tenha passado apenas pelo Ministério da Saúde antes.
A partir de 1997, no governo tucano de Fernando Henrique Cardoso, Moreira foi coordenador na Secretaria de Comunicação da Presidência da República na área de publicidade e propaganda, tendo participado de várias licitações de publicidade de órgãos públicos no período, como da Caixa Econômica Federal.
Ainda assim, é de estranhar que se enfatize o nome do sujeito que levava um dinheiro relativamente baixo consigo (R$ 4 mil) e se esqueça Pedro Medeiros, supostamente assessor de um senador.  Era ele que levava os outros R$ 112 mil?
Numa busca no Google o único Pedro Medeiros que surgiu com relação política é paraibano, tucano e aliado do senador Cássio Cunha Lima e Aécio Neves. LEIA MAIS EM

http://www.blogdodanieldantas.com.br/2014/10/detido-com-dinheiro-em-brasilia.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FjIjMs+%28De+olho+no+discurso%29

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

INN - " DESTUKANIZAÇÃO JÁ COMEÇOU " - GANGUE TUKANA NÃO LIDERA EM NENHUM ESTADO DO BRASIL COM "S"- Via O Cafézinho

Nessa reta final de eleição, os jornais revelam um outro talento. Já conhecíamos a sua vocação de publicar meias verdades, o que é a melhor maneira de mentir. Você conta uma verdade, incontestável, mas incompleta. A depender da maneira pela qual você transmite a informação, pode fazer o leitor chegar a conclusão oposta à que chegaria se tivesse acesso à verdade inteira.
Agora eles inovaram. Estão escondendo as informações.
Ontem, o jornal Globo escondeu a informação principal sobre o coxinha terrorista, a de que ele exigia renúncia da presidenta Dilma.
Claro, seria péssimo para a Globo mostrar Dilma antagonizando com um terrorista. Ainda mais um terrorista coxinha, cujas informações se lastreiam em Veja e Globo.
E ainda mais depois que a mídia vendeu a mentira de que Dilma defendeu o “diálogo” com terroristas, em seu discurso na ONU. A presidenta defendeu a decisão do próprio Conselho de Segurança da ONU, que não autorizou bombardeios à Síria.
*****
Pois bem, as edições impressas de Globo e Folha não trouxeram os mapas de São Paulo. Esconderam acintosamente uma informação essencial para se entender a conjuntura eleitoral no país, visto que São Paulo vinha sendo o último estado importante onde a oposição ainda liderava.
Não é mais.
O Estadão mostra, numa área escondida do site, o seguinte mapa da distribuição dos votos nos estados brasileiros.
mapa

Ou seja, Dilma ganha praticamente no Brasil inteiro. Nos estados cinzas, onde há empate técnico, ela tem um vigoroso viés de alta, na contramão de Marina, que vem caindo.
No Paraná, por exemplo, Marina já está num distante terceiro lugar, segundo o Ibope, e Dilma (em alta) partilha a liderança com Aécio.
parana
No Mato Grosso do Sul, também apresentado como cinza, o último Ibope dá 32% para Dilma, 29% para Marina e 22% para Aécio; o candidato a governador, o petista Delcídio, lidera isoladamente no estado.
Pelo gráfico do Estadão, Marina só lidera no Acre, governado pelo PT, e que deve reeleger o PT; e no Espírito Santo, onde não temos pesquisa atualizada.
Na última pesquisa Ibope, feita no início de setembro, Marina já começara a cair no ES, e não há razão para acreditar que a onda anti-Marina também não chegue lá.

CONTINUE LENDO
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/miguel-rosario-jornais-escondem-que-dilma-lidera-em-sp.html

HOJE É DIA DE QUE ?

Leia mais: Hoje é dia de que? • A arte da vida. Apon HP http://www.aponarte.com.br/p/hoje-e-dia-de-que-e-amanha_09.html#ixzz1wksZSqx1 Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives

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